FILANTROPIA ON LINE
Associação lança ambicioso
projeto social
Fundacim pretende criar banco de voluntários e minimizar
pobreza e marginalidade
A ACIM - Associação
Comercial e Industrial de Maringá – se prepara
para lançar oficialmente agora em maio o projeto
Fundacim, que é destinado às entidades assistenciais.
Desenvolvido por Roni Enara Rodrigues, presidente do
Conselho da Mulher Empresária e Executiva de Maringá,
o projeto filantrópico objetiva dar um apoio voluntário,
técnico, político e financeiro às
instituições e aos projetos de cunho social. |

Roni Enara: desenvolvendo projeto filantrópico |
Para iniciar o trabalho, a equipe envolvida pesquisou em mais
de 30 fundações de todo o Brasil. Baseada em responsabilidade
social, onde há soluções com comprometimento,
diferente das doações da filantropia onde não
há maiores envolvimentos, Enara pretende criar uma central
de dados com informações das entidades, dos serviços,
além de um banco de voluntários para colocar à
disposição das entidades.
Profissionais liberais como dentistas, advogados, psiquiatras,
entre outros, que dedicarem parte de seu tempo à prestar
serviços serão batizados de Profissional Solidário
e terão seu trabalho destacado na sociedade.
OBJETIVO
Tendo como foco as crianças, os adolescentes, os idosos,
as famílias carentes e os deficientes físicos,
o trabalho busca a criação de novos projetos sociais
com o objetivo de minimizar a pobreza e a marginalidade.
Depois de uma fase onde o Fundacim foi apresentado à
imprensa, sindicatos, empresas e clubes de serviço para
conquistar novos parceiros, os envolvidos preparam o lançamento
e a apresentação à comunidade.
Entre tantos benefícios que podem acontecer na cidade,
Rodrigues aponta que a organização das entidades
resultarão em outras melhorias sociais. "Os que
trabalham nas entidades, são leigos, não são
profissionais. E, por isso, a entidade deixa de receber benefícios
que tem direito.", revela Enara explicando que a empresa
precisa estar legalizada para atrair os recursos financeiros.
Há uma lei federal que permite que cerca de R$ 1 milhão
seja destinado às entidades, mas que sai de Maringá
e vai para o governo. "É um dinheiro que poderia
ficar na cidade.", lamenta. Isto aconteceria simplesmente,
com o declarante observando no imposto de renda. Mas, não
acontece porque a maioria das instituições não
tem a situação legalizada, não tem projetos,
documentos e prestação de contas.
SELO
O banco de voluntários também contará com
quem já trabalha em alguma instituição
assistencial, o que valorizará a atuação
destas pessoas. Associado a isso, haverá a criação
do selo "Empresa Solidária" que será
um conceito dado às empresas que adotarem voluntários.
Entre as previsões mais otimistas do Fundacim, estão
a erradicação total do trabalho infantil, 0 (zero)
pedintes nas ruas e colocação profissional de
deficientes físicos e idosos no mercado de trabalho.
Dentro do programa Filantropia On Line, o Maringa.Com é
uma das empresas que apoiam o Fundacim.
Texto e foto: Andhye Iore
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