> INÍCIO
> AGITOS
> ALMANAQUE
> ASTRAL
> BARES
> CINEMA
> CLASSIFICADOS
> CULINÁRIA
> CURSOS|CONCURSOS
> EMPREGOS
> ENSINO
> ESPORTE
> EVENTOS
> EXPOSIÇÃO VIRTUAL
> FILANTROPIA
> FRASES FEITAS
> GASTRONOMIA
> GUIA DE SITES
> HISTÓRIA
> HOTÉIS
> HUMOR
> IDÉIAS
> INTERATIVIDADE
> LITERATURA
> MAPA
> MÚSICA
> NEW FACES
> NOTÍCIAS
> PERFIL DE MARINGÁ
> PONTOS TURÍSTICOS
> PUBLICIDADE
> SAÚDE
> SERVIÇOS
> SHOPPING
> TEATRO
> TEMPO
> VESTIBULAR
> VIAGENS
> VÔOS
> WEB CARDS
> CONTATO

 


Maringá, 18 de maio de 2001

BRUNO E MARRONE

Dupla lota arena de show
Maringá foi sacudida pelo fenômeno sertanejo de maior sucesso no país, que trouxe caravana da região para o show na Expoingá.

Definitivamente, o estádio de Goiás é o celeiro de duplas sertanejas brasileiras. Depois de Chrystian & Ralf, Leandro & Leonardo, Zezé di Camargo e Luciano, entre tantas outras desconhecidas, agora é a vez de Bruno e Marrone. Na estrada há 15 anos, a dupla formada por Vinícius Felix Miranda, o Bruno, e José Roberto Ferreira, o Marrone, tocou muito em bares e comícios políticos antes de lotar estádios e tocar em todas as rádios do país.
O maior sucesso da dupla é "Durmi na Praça", ainda do primeiro disco e que foi regravada no disco acústico que lançaram há pouco. Uma curiosidade sobre este disco é que Bruno & Marrone se apresentaram num programa de rádio, que foi gravado, pirateado e distribuído em larga escala.
 

Fotos: Andhye Iore
Bruno & Marrone: sucesso, fama, dinheiro e assédio em carreira valorizada pelo rádio

Com isso, a gravadora percebeu que estava perdendo dinheiro e ofereceu à dupla um disco acústico, que é um dos mais vendidos nas lojas.

Para o show de ontem (17) na 29º Expoingá, a dupla trouxe para Maringá um novo espetáculo, com repertório e cenários novos. Bruno & Marrone atraiu dezenas de caravanas das cidades da região, bem como repórteres das rádios da região que, juntamente com outras rádios de Maringá, proporcionaram uma verdadeira tietagem, fazendo com que a dupla desse um show de "palhinhas" durante a entrevista coletiva.

ENTREVISTA

Maringa.com – Vocês têm 15 anos de carreira e passaram a fazer sucesso há pouco tempo. Por que essa demora?
Bruno - É complicado explicar isso... é muito por Deus, é uma coisa de Deus. Foi uma mudança tão repentina, de uma hora pra outra começou a ter uma energia diferente, o povo começou a assediar. É lógico que tudo é uma questão de trabalho, a gente tá trabalhando 15 anos, sempre muito certinho com muita responsabilidade e humildade, acertando o repertório. O que dificultou foi a televisão não ter aceito o nosso trabalho. Foi um sucesso pura e simplesmente do rádio.

Então, a televisão é a principal responsável pelo sucesso dos artistas populares?
Bruno - A gente quase não aparece na televisão. Graças a Deus têm muito show. Têm muita gente que vai na televisão pra fazer show. A gente têm que parar de fazer show pra fazer televisão. É um processo contrário. Graças a Deus, a televisão não influência nada na nossa carreira hoje. Mas, é lógico que seria bom que acontecesse coisas mais fortes em termos de mídia.
Marrone – Pro artista, o mais importante é o rádio. Você explorando o rádio, tocando no rádio, você faz show, vive e não passa fome. (risos)

Hoje em dia, a música sertaneja perdeu as suas raízes e é mais romântica. Por que vocês acham que aconteceu isso? É exigência do público, das gravadoras ou, por vocês serem artistas populares, podem gravar qualquer coisa?
Bruno - É o próprio público mesmo. A raiz sertaneja não é tão popular, tão comercial. Por isso, a gente têm que mudar, porque o próprio público não assimila esse tipo de música.
Marrone – Depende do estilo. No nosso caso, a gente é romântico. Às vezes, têm outros artistas que gravam raízes e dá certo porque é a cara deles...
Bruno – Dá mais não é tanto, Marrone. Pra quem quer vender mais de 250 mil cópias é mais complicado, têm que gravar música popular.

Texto, entrevista e fotos: Andhye Iore

Voltar

 

 

Este site foi desenvolvido, atualizado e hospedado por Odara Internet