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NANÁ VASCONCELOS NAS ONDAS DO RÁDIO

Naná Vasconcelos nasceu em Recife, Pernambuco, no dia 2 de agosto de 1944. Começou sua carreira artística como baterista e, aos poucos, foi se entregando ao mundo da percussão. Em 1967, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde iniciou uma sólida convivência com astros da música brasileira, entre eles Milton Nascimento.


O músico Naná Vasconcelos

Em 1970, Naná Vasconcelos foi para Nova Iorque com o saxofonista argentino Gato Barbieri, onde chamou a atenção da vanguarda musical nova-iorquina por sua performance que exibe uma vasta intimidade com os ritmos brasileiros, utilizando-se de vozes e instrumentos de percussão que se confundem com seu próprio corpo, antes nunca visto, e hoje inimitável, tão forte sua personalidade musical.

Não raro, Naná Vasconcelos é convidado para colorir com sua inventividade a música de Pat Matheny, Jack DeJohnette, Tonny Williams, Jan Garbareck, Jean-Luc Ponty, Egberto Gismonti, Milton Nascimento, entre outros.

Naná Vasconcelos gravou em 71 o LP solo "Africadeus", iniciando uma surpreendente discografia. Como solista ou colaborador, seu nome marca presença em mais de 70 discos de músicos internacionais, de Caetano Veloso ( Estrangeiro e Circuladô ) a B. B. King ( Live "Universty Of Mississipi").

Entre suas principais obras destacam: "Saudades", gravado com a Orquestra Sinfônica da Rádio de Stuttgart, com arranjos de Egberto Gismonti; o trio "Codona", formato em 78, com Don Cherry, trompetista de vanguarda e parceiro de Ornette Coleman, e com o multiinstrumentista Collin Walcott, tendo registrado três álbuns magníficos. Em duo com Egberto Gismonti gravou os geniais "Dança das Cabeças", em 77, e "Duas Vozes", em 1984. Com o grupo The Bush Dancers, gravou "Rain Dance", em 89.

08/07/98

Colaborou: Paulo Petrini

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