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14/06/2019 (Sexta)


PARQUE DO JAPÃO
Carpas mudam de lago e seguem investigações sobre causa de mortes



A transferência de carpas do lago maior (proximidades do deck/restaurante) para o lago menor do Parque do Japão marcou mais uma etapa no trabalho de preservação dos peixes, vítimas nos últimos 20 dias de grande mortandade. Quase 300 exemplares morreram vítimas de um problema ainda não identificado. Laudos iniciais e apontam contaminação do lago por substâncias nocivas, entre elas resíduos de gesso e até soda cáustica, mas não são conclusivos.

As mortes ocorreram na lago maior, exatamente onde suspeita-se da contaminação. A transferência para o lago menor busca proteger a espécie com ações pontuais, como uso de medicação e alimentação diferenciada por duas semanas. A retirada dos peixes vai permitir drenagem do lago e limpeza para eliminar vestígios de eventual contaminação. As substâncias podem ter sido levadas pelo lago pelas chuvas intensas que ocorreram no último final de semana de maio.

As carpas começaram a morrer na sequência, o que reforça a suspeita de contaminação. Foram colhidas amostras de água de duas nascentes, do poço artesiano e resíduos do fundo do lago e enviadas para análise. "Precisamos confirmar ou descartar suspeitas. De imediato, nossa preocupação é com a preservação do cardume remanescente", afirma Maria Lígia Guedes, diretora executiva da Secretaria de Serviços Públicos.

O trabalho de transferência das carpas foi supervisionado por especialistas em peixes da UEM e do Unicesumar, instituições de ensino parceiras do Parque do Japão. Assim que o problema emergente for solucionado, será definida uma estratégia de manejo das atividades do parque, em especial dos lagos e do cardume de carpas para prevenir a repetição da situação extrema. O parque será reaberto no sábado, mas a área próxima ao restaurante permanecerá interditada.

Fiscais da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) seguem buscando eventuais fontes emissoras de poluição que podem ter descartados resíduos de forma irregular e provocado a contaminação. Sobre a suspeita de soda cáustica, substância que pode ter causado queimaduras nas carpas, como constatado em laudos, o produto é usado na fabricação de sabão. Eventualmente, nom entorno do parque pode estar a origem do problema.


Prefeitura de Maringá


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