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EMRPESAS PRIORIZAM CONTRATAÇÃO DE TRABALHODORES SEM VÍCIOS

Dependentes de tabagismo, álcool ou drogas começam a perder espaço no mercado de trabalho porque as empresas diante da forte competitividade optam por trabalhadores produtivos, eficientes e com maior poder de concentração nas atividades.

Diante da necessidade de maior competitividade interna e externa as empresas de pequeno, médio e grande porte começam a priorizar a contratação exclusiva de trabalhadores sem vícios relacionados ao álcool e tabagismo. Isto porque, dependentes, mesmo que em pequena escala, ficam doentes com maior facilidade e produzem menos. Qual a saída? Para os trabalhadores, independente da atividade desenvolvida, a melhor saída é o abando de maus hábitos, substituindo-os por hábitos saudáveis que os tornam mais produtivos, possibilitando-lhes qualidade de vida satisfatória não só nas relações sociais de trabalho como também no convívio familiar e social.

Esta a conclusão a que chegou o professor Levi Silveira, diretor do projeto Saúde Brasil e membro da Comissão Internacional para Prevenção de Alcoolismo, Tabagismo e Drogas, com sede em Nova York, Estados Unidos. Ele encontra-se em Maringá onde, na Usina de Açúcar Santa Terezinha, desenvolve show de informações de música e teatro, de forma bem humorada, a milhares de cortadores de cana, pessoal da indústria e demais segmentos com a proposta de conscientização coletiva contra alcoolismo, tabagismo e drogas.

Exigências de mercado Para Silveira, a globalização das economias mexe com a estrutura comportamental das empresas, que adotam novos posicionamentos frente às exigências de mercado. E isto passa, fundamentalmente, pela formação de equipe de trabalhadores vencedoras: mais produtivas e eficientes para, no final da linha de produção ou da prestação de serviços, os custos serem menores e as empresas conquistarem mais vendas e melhor posicionamento no mercado.

Esse avanço só se consegue, segundo o especialista, mediante funcionários sem dependência de vícios prejudiciais à saúde. "Um tabagista, drogado ou alcoólatra diminui seu potencial profissional, reduz sua saúde, perde dinheiro, emprego, inferioza a família e cai num buraco negro que depende só dele para dar a volta por cima ", acentua.

Os malefícios são enorme. Quem fuma uma carteira de cigarro por dia, além dos prejuízos à saúde, desperdiça pelo menos uma hora/dia de serviço. Além disso, adoece duas vezes mais por ano em comparação ao não – fumante e pode comprometer mensalmente de 10 a 20% do orçamento familiar na compra de cigarro.

Outras curiosa comparação: o fumante de um maço diário (20 unidades), em 12 meses, queima cigarro equivalente a 1m60cm de altura com 20 centímetros de diâmetro. As substâncias tóxicas encontradas na nicotina provocam câncer, efisema pulmonar, diminuição dos vasos sangüíneos, problemas coronários, diminui atividade cerebral. Na gestante, leva à formação de feto de menor tamanho e peso. E no geral, o tabagismo prejudica inclusive o bom desempenho das relações sexuais.

O cigarro acesso apresenta temperatura superior a 1.000 graus centígrados, entrando a fumaça na corrente sangüínea, atingindo rapidamente partes vitais, a exemplo de cérebro, pulmões e coração. Quem fuma uma carteira por dia pode ser comparado à quem se expõe 300 vezes às irradiações de um aparelho de radiografia por ano.

ÁLCOOL O álcool, por sua vez, entra em dois minutos no cérebro através da corrente sangüínea, agredindo as células responsáveis pela vida e provocando sua degeneração. Torna gelatinosos os glóbulos vermelhos, prejudicando o funcionamento de vasos capilares pelo seu entupimento que, por sua vez, pode levar à parada cardíaca.

Uma garrafa de aguardente de 600ml eqüivale, em dosagem alcoólica, a três de vinho e nove de cerveja. Ainda bem que o fígado "queima" até 30 miligramas de álcool por minuto. Se isto não ocorresse, o coma alcoólico seria inevitável. Mas, por isso que o dependente de álcool, pelo enfraquecimento do fígado, pode sofrer conseqüências graves mesmo em pequenas doses da bebida. Daí para a cirrose hepática é um caminho muito curto.

O alcoólatra desenvolve paranóias, sente-se inseguro, mesmo produtivo, se torna agressivo, sendo difícil sua convivência familiar, social e no emprego. Disperso, ele reduz drasticamente a capacidade produtiva.

Cerca de 70% dos acidentes em geral, inclusive de trabalho, estão relacionados à dispersão de raciocínio provocado pelos malefícios do álcool.

DROGAS Em relação aos drogados , o problema se torna mais grave. Perdem a vontade de viver, à margem da sociedade e , para sustento do vícios, cometem assaltos e latrocínios.

Bons hábitos O que fazer? O melhor caminho, segundo o professor Levi Silveira, é a substituição de maus hábitos por bons hábitos. Exercícios físicos, viver positivamente, acreditar, ter atitudes mentais sempre positivas diante de obstáculos, superar desafios, ter mais contato com a natureza, optar por alimentação saudável são algumas orientações apresentadas por Silveira.

Para o trabalhador, optar exclusivamente por bons hábitos é garantir sua vaga no mercado porque só assim ele se torna mais competitivo e eficiente. Tudo isto pode ser resumido em poucas palavras: buscar ser feliz. "Para que Ter ressentimentos, ser uma pessoa nervosa, frustrada, com raiva se tudo isto leva a um quadro de stress de conseqüências desastrosas?" indaga o especialista.

O professor Silveira explica que, "quando estamos bem interiormente, produzimos endorfina, hormônio da alegria e da felicidade. E se estamos de baixos astral, produzimos adrenalina. Enquanto a endorfina é 400 vezes mais poderosa que a morfina, a adrenalina – em níveis elevados leva a sérios distúrbios emocionais". Álcool, fumo e drogas potencializam a produção de adrenalina, ao passo que a cordialidade, o sorriso, o contato humano, o amor resultam na produção de endorfina. Resta a cada um optar pelo que considera melhor para sua vida a partir do princípio de que ser feliz depende única e exclusivamente de atitudes metais e ações positivas no cotidiano. Inclusive em coisas aparentemente banais.

Sidney Meneguetti, diretor da Usina de Açúcar Santa Terezinha, unidade de Maringá e empresa que investe em programas de melhoria na qualidade de vida de seus milhares de funcionários, assegura estar o grupo sucro-alcooleir voltado ao balanço social, que pode ser avaliado pelo nível de satisfação de seu quadro pessoal.

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