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Saiba como escolher seu plano de saúde

Há muita oferta de convênios médicos na praça, mas é difícil selecionar aquele que cabe melhor no bolso e nas necessidades de cada consumidor. É preciso cuidado com as propostas e contratos, além de checar com muita atenção o alcance da cobertura, a rede de hospitais e os prazos de carência

Encontrar uma empresa que venda planos de saúde não é tarefa difícil para o consumidor que procura o produto. Oferta de convênios no mercado há. Escolher a melhor opção no meio de tanta oferta, porém, exige cuidado. Quem já fez a escolha errada sabe disso: as operadoras são as campeãs de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor.

Para não correr o risco de errar, o primeiro passo para quem vai comprar um plano é investigar se é operadora é séria. "É importante fazer uma consulta à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e aos órgãos de defesa do consumidor", diz Maira Feltrin, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). "E evitar os campeões de reclamações."

Em seguida, é hora de descobrir qual a melhor opção de plano. O que complica a tarefa é que as operadoras organizam seus planos de forma diferente. "Há muitas possibilidades de contratos e de preços."

A lei que regulamenta o setor (9656/98) prevê, por exemplo, prazos de carências máximos - 10 meses para partos, seis para o resto -, mas as empresas oferecem opções diferentes dentro desses limites.

Nessa fase, portanto, o consumidor deve se ater aos detalhes. "É importante ainda observar a abrangência geográfica do plano e a rede de clínicas e hospitais", diz Maira. É bom saber também se o seus médicos preferidos - ou os que estão perto de sua casa ou trabalho - são credenciados. "Nem sempre as empresas oferecem reembolso integral para consultas fora da rede."

Atenção ainda às ofertas de planos familiares, que costumam ser mais baratos. "Mas se alguém da família já tem um plano na empresa onde trabalha, não vale a pena", diz Irlau Machado, diretor executivo comercial da Medial.

A diferença de preços entre as faixa de idade - reclamação antiga dos consumidores - também merece cuidado. A lei diz que a diferença entre a primeira e a última das sete faixas não pode ser maior do que 500%. Mas o aumento entre as faixas não costuma ser regular. "O consumidor precisa saber se vai conseguir pagar depois", diz Maira.

No momento de assinar o contrato, a lei exige que o consumidor preencha uma ficha com informações médicas. Cuidado: segundo o Idec, a empresa pode usá-las para impor restrições na hora que o cliente precisa de um tratamento. "Se você diz que teve pneumonia há 15 anos e, mais tarde, tem um problema no pulmão, podem alegar que você já tinha a doença", diz Maira. "O melhor é preencher a ficha com um médico."

E se você ainda tiver alguma dúvida no contrato - e achar que o que está escrito é diferente do que aquilo que o seu corretor prometeu - pergunte outra vez. "O melhor é exigir respostas por escrito."

Fonte: Estadão

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